Esse animal tinha entre 1,3m e 1,5m de altura, pesando aproximadamente 60Kg e tinha um bico proporcionalmente mais comprido que os pinguins atuais. O grande tamanho seria uma adaptação para mergulhos mais profundos e por mais tempo.
Dois pinguins Kairuku, do lado de um golfinho Waipatia, morto na praia. Artista: Chris Gaskin, copyright: Geology Museum, University of Otago.
Na época em que viveram, grande parte da Nova Zelândia estava submersa, o que seria algo ideal para aves aquáticas, pois seus ninhos ficariam isolados, protegidos de predadores. A Nova Zelândia é um local importante para o registro fóssil dos Spheniciformes (a família dos pinguins). Uma outra espécies, o Waimanu, também viveu lá, que é considerado uma forma basal dos pinguins, ou seja, um ancestral a partir do qual o grupo evoluiu.
Quem quiser ler o artigo científico que descreve a espécie, pode acessa-lo no link abaixo. Foi publicado no volume 32, num. 2, do Journal of Vertebrate Paleontology, e o acesso a este artigo é aberto:
New fossil penguins (Aves, Sphenisciformes) from the Oligocene of New Zealand reveal the skeletal plan of stem penguins
DOI:10.1080/02724634.2012.652051
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